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 10 Maio 2006 - O PENSAMENTO DE NOGUEIRA, beirão guardense.

 

 1. A felicidade que sentimos ou que buscamos é constantemente perturbada pelas forças do mal, ou o mesmo é dizer, pelo demónio.

 2. É preciso ter grande resistência psíquica e emotiva para nos resguardarmos das tentativas sedutoras do demónio. As suas tentações são, as mais das vezes, imperceptíveis aos nossos sentidos.

 3. A mulher personifica a beleza natural e universal, impregnada na diversidade, de múltiplos motivos de interesse e sedução. Pode tornar o homem escravo de si se este for fraco no espírito e nas ideias.

 4. Devemos fazer o Bem ao nosso semelhante, mesmo que ele não se aperceba, desconfie ou não nos agradeça. À posteriori, a nossa alma sente felicidade. O nosso Ser será mais feliz do que do resultado de um prazer passageiro que numa noite ou num dia tenhamos tomado.

  5. Não contactemos o nosso semelhante, apenas quando precisarmos dele. Não o devemos procurar só quando pensamos tirar dele uma utilidade para nosso próprio proveito. Se o não contactamos, embora o conheçamos, apenas pelo facto de sermos orgulhosos e nos julgarmos auto-suficientes, à posteriori não sentiremos felicidade. Pode um dia, mais tarde, termos necessidade de o procurarmos e sentirmos indisponibilidade dele, não sentirmos felicidade e ainda por cima, por causa do nosso orgulho, chamá-lo ingrato. Devemos arrepender-nos.

 6. Terás muita felicidade se procurares o teu amigo testemunhando-lhe a tua amizade e o ajudares em momentos difíceis.

 7. Se pensarmos que perdemos tempo em fazer um trabalho ou favor a um amigo sem sermos de imediato recompensados, devemos pensar no devir. Lá chegará, a seu tempo, uma recompensa, quando menos esperamos, e que sempre estará associada aquele tempo que julgamos termos perdido com o nosso semelhante ou nosso amigo. Por vezes chegamos a não ter plena consciência dessa relação, que o passar do tempo ajudou a administrar, porque decerto há um mundo invisível e inteligente, que muitas vezes nos escapa, mas que se soubermos discernir, com humildade, perto da sua compreensão chegaremos.

 8. Não será a inteligência de que somos dotados, ou seja a nossa alma e as nossas ideias que comandarão os nossos procedimentos? Talvez, por causa do nosso orgulho, pensemos que sejamos só nós como corpo os autores das nossa acções. É que não somos humildes para percebermos quanto fracos nós somos em matéria. Bastará a doença bater-nos à porta para sentirmos a limitação das nossa capacidades e percebermos que temos uma força ou uma importância muita efémera. Também a Terra, com a imensidade de oceanos, mares, terras e montanhas é a cabeça de um alfinete no contexto do sistema solar e mais reduzida ainda com referência ao Universo.

9.A nossa felicidade estará em correlação com o bem que fazemos aos outros, e não nos devemos arrepender dos prejuízos que motivem a nossa dádiva ou a nossa desinteressada disponibilidade para com quem de nós necessite.

10. No Correio da Manhã, jornal diário, de 23 de Maio de 2006, vem em manchete as duas seguintes notícias em cantos de capa: "Famílias já devem 100 mil milhões à Banca" e "vive com homem violento-menor de 14 anos dá á luz bebé morto após ser vítima de agressões - pai da jovem acusa autoridades por nada fazerem desde a denúncia do caso há 2 anos".

    Estas são duas notícias, paradigmáticas da crise em que vive a actual sociedade portuguesa. No tempo de Salazar, dizíamos e cremos não ter liberdade (pela minha parte nunca me senti perseguido nem limitado nas minhas funçõs produtivas e de lazer). Mas sentia que os valores fundamentais eram preservados e respeitados. Hoje temos liberdade para tudo, até para fazer mal e enganar o nosso semelhante e ficarmos impunes. E a responsabilidade de actos onde está ? A partir do largo do Carmo, em 25 de Abril de 1974 aquirimos a liberdade de expressão e de actuação sem qualquer preconceito, mas convém dizer que foi em 1974 porque a geração jovem não sabe o que foi o 25 de Abril e de que ano. "ponte 25 de Abril  atravessa o rio Tejo em Lisboa, ligando a zona de Alcântara com o local do Cristo Rei, em Almada ou no Pragal;  mas que 25 de Abril foi esse ? ; os jovens sabem?. Realmente a responsabilidade e o sacrifício de cumprimento ético onde estão ? Veja-se ainda o recente êxodo de deputados ( mais de 100 ) da A.R. nos dias de véspera da Páscoa, deixando diplomas por votar.

As Famílias já devem 100 mil milhões à Banca. E porquê? São as Famílias os bodes expiatórios; ou é o sistema de voragem capital-financeiro que as seduzem a gastar mais e mais em detrimento do financiamento da actividadede produtiva ? Toda a gente quer ter vivendas, piscina, bons automóveis, etc, é legítimo; mas esses desejos estão correlacionados com as nossas atitudes em matéria de produção de bens e serviços essenciais necessários a toda a comunidade ? Parece bem que não.

10-a, - Um dos grandes males que afecta a nossa actual sociedade portuguesa, é o individualismo e falta de cooperação entre os cidadãos. Cada qual quer mostrar que é superior e mais rico que o outro seu semelhante. O primado do Ter subjugou o estatuto e a virtude do Ser. Parece ironia, mas até na língua portuguesa o verbo ser está a ser substituído pelo verbo ter. Há dias vi assim escrito num condomínio: " o mecânico dos elevadores já cá teve"; claro que o que devia ser escrito era: "o mecânico dos elevadores já cá esteve". E como se o individualismo não bastasse só por si, ainda por cima o que presenciamos na actualidade é um egoísmo desconcertante que parece que cada um é ilimitadamente auto-suficiente. Tenho bem em crer que se apostassemos na cooperação e entre-ajuda, seríamos mais produtivos e o resultado do produto nacional líquido, a custo de factores, ou seja o rendimento nacional, tenderia também a ser melhor distribuído, porque a quota-parte de participação de cada um de nós no esforço da produção seria cumplice na distribuição dos resultados , pelo simples facto de trabalharmos em cooperação e em sentido do interesse colectivo.

10,b - Um outro factor que contribui negativamente para a nossa actual crise de sociedade progressiva, é a falta de ética nos nossos deveres civicos e de convivência comunitária - é no fundo, a falta de um cidadania consistente, que compromete nas nossas atitudes, um rumo colectivo bem coordenado.

11. No jornal semanário "Tal & Qual" de 1 a 7 de Junho de 2007, numa entrevista a Maria Filomena Mónia, socióloga, realizada por Tânia Reis Alves e inserida na pág. 27, esta faz à doutora a seguinte pergunta, começando por uma afirmação-título, atribuída à entrevistada:

  "As mulheres portuguesas são parvas " é o título de uma das suas crónicas. Porque é que o esolheu ?

   Resposta da doutora Maria Filomena Mónia:

  -Porque atrai a atenção, porque corresponde ao que penso e porque denuncia o machismo nacional.

Pensando no transrito atrás, sou lembrado ao que por diversas vezes li, já há muito tempo na Biblia, nos capítulos Provérbios e Eclesiástio. E sobre a mulher atrevi-me a retirar desrições que passo a arrolar:

a) a mulher prudente age om discernimento, mas a insensata põe a desoberto a sua loucura.

b) a mulher insensata será saciada com os seus próprios erros, enquanto a ponderada o é com os seus actos.

c) a mulher insensata avança com arrogância e juylga-se segura; a mulher reflectida não se impacienta.

d) a malvadez da mulher poderá reconhecer-se até pelos seus sinais externos.

e) pelo contrário, a mulher que encanta, não é própriamente pela sua beleza física, mas sim pela sua bondade. Será preferível uma mulher pobre a uma mentirosa.

Descrições destas, julgamos remontarem a mais de dois mil anos, a uma época do reinado de Salomão, rei de Israel. O mundo já muito mudou, com tantas transformações societárias, desde os romanos e dez séculos de Idade Média, queda do muro de Berlim, o Homem na lua, o 11 de Setembro, etc, mas parece que elas, as descrições expostas, ainda assim respiram actualidade. As seguintes, de tão crueis ou sarcásticas, "assombram" pelo artiulado:

--os lábios da mulher estranha destilam mel e a sua boca é mais suave que o azeite; porém o seu fim é mais amargo que o absinto e tão agudo como a espada de dois gumes;

--não dês saída à água, nem à mulher perversa a liberdade; se ela não andar sob tua direcção, aparta-a da tua pessoa;

--foi pela mulher que começou o pecado e é por causa dela que todos morremos.

i) - os lábios da mulher estranha destilam mel e a sua boca é mais suave que o azeite; porém o seu fim é mais amargo que o absinto e agudo como a espada de dois gumes.

                  A Mulher Insensata

- A mulher insensata é saciada com os seus próprios erros. Na realidade a mulher insensata e perversa tende a cometer erros e enganos para com outras pessoas e de forma especial para com o seu amigo, companheiro e até marido. A dar conta que não desconfiam dos enganos que ela comete, tende a repeti-los no futuro e assim sucessivamente. Vai saciando-se com erros contínuos não admitindo sequer que erra porque entra em círculo de vício cego. Algumas mulheres sentem peso de consciência e procuram compensar o seu remorso com atitudes de boas accções mas estas assentam em comportamentos fingidos e cínicos. Porém, enquanto não ganham consciência e arrependimento, agem com arrogância,  julgando-se com razão e que os outros é que erram se reagirem às atitudes delas. Quantas vezes a mulher perversa ou perfídia alega que não tem confiança no marido ou no companheiro antes que ele o diga com razão em relação a ela, apenas para o embaralhar e despistar ?  É o ditado popular que diz: "chama-lhe a ela antes que ela te chame a ti".